segunda-feira, 27 de junho de 2011

O planeta nas mãos do homem

Publicado no Diário da Manhã (02/06/2011)
O homem é um ser dotado de diversas capacidades. Podem aprender, desenvolver projetos, construir, criar diversas teorias científicas, competir e lutar por boas condições de vida, entre outras infinitas condições que às vezes até mesmo o homem não percebe a dimensão.
            Diante de tantas lutas e conquistas, o homem adquiriu muito poder sobre a natureza. Ele utiliza os recursos naturais diariamente em diversas situações. Porém reclama quando não fica satisfeito com o que ela oferece. Entretanto age assustado quando ela resolve dar sinal de dor – causada pelo abuso e mau uso por parte dos seres humanos cheios de ambição.
É visível o quanto o planeta pede socorro. Diariamente chega até nós várias notícias de catástrofes no mundo todo. É a resposta da natureza por ser utilizada de maneira cruel, como se os recursos nunca chegassem ao fim.
            Muitas medidas já foram tomadas, mas é preciso mais que reciclagem para garantir a continuação das espécies. Entretanto, não pode negar que é preciso começar e começar significa agir, mesmo nos simples hábitos do dia a dia, como economizar água potável e fazer coleta seletiva.
            O que o planeta precisa é que os seres humanos, tão capazes de construir belas arquiteturas, executarem cirurgias delicadas, aprender com as teorias dos estudiosos que servem de exemplo, assim como as informações que os pais transmitem com o objetivo de ver o filho se destacar, possam praticar a corrente do bem em prol da natureza, que não é de ninguém e ao mesmo tempo é de todos.
Se o ser humano é capaz de executar tarefas tão difíceis, porque não pode agir nos simples detalhes do dia a dia e consequentemente verá que o resultado será grandioso e compensador para todos, inclusive para a futura geração. O homem precisa valorizar a magnitude da natureza, que é um presente para a humanidade e pensar em estratégias sustentáveis. E quando o assunto é o planeta não podemos pensar pequeno. (Danila Lina dos Anjos, jornalista)

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