segunda-feira, 25 de julho de 2011

Relacionamento familiar

A influência na formação da personalidade

Os pais precisam ter cuidados com a educação de seus filhos, para não causar muito medo nas crianças, impedindo que elas enfrentem novas situações. Eles devem observar se a criança anda ou fala diferente, principalmente nos casos das famílias que deixam seus filhos em creches ou escolas o dia todo e não acompanham a rotina. A criança que passa muito tempo longe dos pais precisa de mais atenção e carinho, afinal os pais não conseguem controlar o ambiente escolar de seus filhos.
Quando um casal decide ter um filho, é importante que tenha consciência de que o mesmo não vai fazer parte apenas da vida deles, mas de toda a sociedade, e que deve ser educado para tal. Precisam estar atentos aos limites e regras de educação, sabendo impor respeito. É necessário que exista um diálogo aberto entre pais e filhos, uma troca de confiança e experiência, pois os pais podem ter muito que ensinar aos filhos.
Imagem (Google)
O ambiente familiar é responsável para a formação da personalidade das crianças desde os pais até os tios (as) e avôs (as), enfim todos próximos à criança.
Nos primeiros meses de vida é muito importante a mãe acompanhar o desenvolvimento da criança, amamentar, dedicar um tempo ao filho, mas em um ambiente em que vivemos hoje o que mais acontece são casos em que às mães saem para trabalhar e deixam seus filhos com babás, ou com avós.
O relacionamento familiar é fundamental para a formação da personalidade da criança, os pais e responsáveis devem estar atentos às ações da criança. A criança pode se tornar agitada quando os pais brigam, quando sentem abandono, mas cada caso é um caso e tem que ser estudado. Se a criança é inibida, com o passar do tempo ela pode se transformar em uma criança extrovertida. Vários fatores podem contribuir para a inibição de uma criança como, por exemplo, o abuso sexual por parte dos pais ou parentes próximos, abuso pelo poder, ameaça que faz a criança sentir medo de ser tocada e perder a confiança nas pessoas e até mesmo se tornar uma criança depressiva.

Consequências de uma relação difícil
A competição pela atenção dos pais é uma das causas que faz a criança sentir triste babás, ou com àss filhos com às. E essa competição pode levar a depressão.
A depressão é um dos temas mais estudados pela psicologia e pode surgir por vários motivos; pode ser porqueê a pessoa descobriu que tem uma doença, como AIDS, câncer, leucemia, ou até mesmo pelo fato de presenciar algo triste, como pessoas doentes, como no caso de médicos que não conseguem salvar vidas em estado terminal.
A depressão é um dos problemas que acontecem com frequência e que pode manifestar em várias formas, tanto em uma criança de um ano até em uma senhora de 80, 90 anos.  
A depressão infantil pode surgir por rejeição da mãe, antes da criança nascer, dentro da barriga, a mãe não aceita o bebê e deseja um aborto, pois, a criança sente mesmo dentro da barriga da mãe e também a chegada de outro filho, causando uma grande mudança e passando o filho mais novo para o centro das atenções. Os pais precisam saber lidar com essas situações, para a criança não se sentir isolada. Se os pais brigam durante o período da gravidez, a criança pode desenvolver um lado agressivo.
A depressão pode surgir também quando existe um sentimento de culpa, baixa alta estima, mas não significa que uma pessoa triste pode está com depressão, para concluir que uma pessoa está com depressão existe um processo de estudo e análise, onde os psicólogos estudam cada caso e sintomas e façam uma avaliação usando o Cid 10 que é o índice de doença, que especificam quais são os fatores que determinam se é ou não a depressão. Pois não se pode afirmar que o indivíduo está ou não com depressão pelo fato dele estar triste, pois pode ser apenas naquele momento, mas a pessoa deve ficar atenta aos sintomas.
A depressão pode ser constatada quando o indivíduo se sente triste por um período de mais de seis meses, e tem medo, chora muito, não confia nas pessoas, tem medo de ficar só ou às vezes quer ficar só. 

Publicação no Diário da Manhã (28/07/11)

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